O esporte para deficientes está em ascensão em todo o mundo.
No Brasil , menos de 10% da população deficiente tem acesso ao esporte. Apesar disso , o desempenho dos nossos atletas não pára de subir. Nas Paraolimpíadas de Sidney, por exemplo, foram conquistadas 22 medalhas (6 de ouro, 10 de prata , 6 de bronze) com uma delegação de 64 atletas. Isso, enquanto a delegação de atletas normais conquistou 12 medalhas (6 de prata, 6 de bronze), com uma delegação de 204 atletas! Depois destes resultados, a própria mídia se rendeu e começou a ceder mais espaços para esses atletas, que superam suas limitações em nome do esporte. A tendência é que no Brasil ocorra o mesmo. Se você é empresário da área de fitness, está na hora de você acordar para esse público que consome, paga impostos e está aí provando que preconceito não enche o bolso de ninguém. O desempenho de Alexsander no Campeonato Sul Americano de Supino de
Caxias do Sul não poderia ter sido melhor: ele foi campeão Sul Americano, bateu o Record
com 180kg e ficou em 3º lugar na cl A maior marca levantada na categoria de Alexsander foi a do campeão mundial, o brasileiro Flávio Danna: 200kg, com a camisa. Foi um espanto para todos um atleta deficiente competindo entre os atletas normais e levantando o que eu levantei., comemora Alexsander, que voltou para casa com um Troféu de campeão, uma medalha de ouro pelo Record e uma medalha de bronze pelo 3º lugar geral. Ele foi convocado pelo Comitê Paraolímpico para o Mundial da Malásia, e já está treinando forte, sempe sob a orientação de Antonio Augusto Ferreira, da Academia Projeto A4 em Santana, seu primeiro treinador e hoje um grande amigo.
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